E se Harry Potter fosse recifense?

Hogwarts é um sonho para muitos Potterheads, mas infelizmente ela ainda não existe de verdade (e até existe, mas fica nos parques da Disney e não é bem uma escola). Mas cá entre a gente, dá pra fazer a nossa própria versão de Harry Potter em terras recifenses.

Ele se chamaria Harry Pobre (Clichê da internet, mas tudo bem) e estudaria na Federal.

A cicatriz na testa teria sido de cair depois de pisar em algum buraco na rua brincando de empinar pipa.

O Nôitibus  seria o Candeias (Bacurau).

Azkaban seria o Aníbal Bruno.

O Expresso Hogwarts seria o metrô com destino Cajueiro Seco e a plataforma 9 ¾ seria a Estação Joana Bezerra.

O Beco Diagonal seria a Rua da Concórdia.

As cervejas amanteigadas seriam caldo-de-cana.

Os feijõezinhos de todos os sabores seriam as Pócas Saugadidoces.

Quadribol seria queimado.

O diário de Tom Riddle seria comprado no sebo da Dantas Barreto.

A varinha teria entrada pra cartão de memória (com os maiores sucessos de brega inclusos), caixa de som embutida (sem entrada pra fone de ouvido), antena pra rádio FM e seria comprada nos chineses do centro.

Se o ultimo livro virasse filme, ele teria duas partes, mas não porque é muita coisa, é que a Kombi que tinha os materiais foi roubada e eles tiveram que lançar a primeira parte pra depois fazer a segunda.

Em dia de chuva ele não voaria na vassoura, voaria no rodo.

A marca da capa dos dementadores seria Cyclone.

Snape não iria aguentar usar aquela roupa preta com o nosso calor.

A dedos de mel seria a Planeta Bombom do shopping boa vista.

A casa dos gritos seria o CFCH.

Luna estudaria no CAC.

Edwiges seria um pombo correio.

Os gêmeos Weasley com certeza iriam ter uma lojinha nas ruas perto do Mercado de São José

As aulas de poções seriam nos laboratórios de Agronomia da Rural (rolaria intercâmbio de universidades)

 

E o que mais falta pra Recife ser a próxima Hogwarts? Deixe aqui nos comentários!

Comments

comments